VIDA




Muitos são a definições de vida.  A vida (do latim vita) é um conceito muito amplo e admite diversas definições. Pode-se referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao espaço de tempo entre a concepção e a morte de um organismo; a condição de uma entidade que nasceu e ainda não morreu; e aquilo que faz com que um ser vivo esteja vivo. Metafisicamente, a vida é um processo contínuo de relacionamentos de erros e aprendizados.
Por mais simples que possa parecer, ainda é muito difícil para os cientistas definirem vida com clareza. Muitos filósofos tentam defini-la como um "fenômeno que anima a matéria" o espírito
A partir desta concepção o fenômeno que anima a matéria nada mais é que o espírito. O espírito não e uno uma coisa acabada  e  uma entidade também  em evolução ou melhor em desenvolvimento. Que vem da “força e energia escura” matéria bruta do universo o “espírito de Deus” que permeia todo o universo e que anima todas as matérias tanto mórficas  quanto amórficas. De certo que uma ameba tem um espírito que vai evoluir  até chegar ao home sapiens. Estamos todos em evolução num aperfeiçoamento constante e eterno. O biólogo evolutivo Ernest Mayr apresentou seus números astronômicos: entre os bilhões  de espécies que viveram e morreram desde que a vida teve inicio  até chegarmos ao  Homo sapiens. A evolução não é linear é uma rede complexa de acontecimentos em que um leque infinito de possibilidade vão se abrindo e deixando o seu rastro de seu desenvolvimento – por isso essa diversidade de vida em nosso planeta todos temos a mesma centelha divina que é a energia que move o universo que hoje é denominada de energia escura mais que logo daremos outro nome já que ainda não temos o devido entendimento sobre isso
De um modo geral, considera-se tradicionalmente que uma entidade é um ser vivo se exibe todos os seguintes fenômenos pelo menos uma vez durante a sua existência :
  1. Desenvolvimento: passagem por várias etapas distintas e sequenciais, que vão da concepção à morte.
  2. Crescimento: absorção e reorganização cumulativa de matéria oriunda do meio; com excreção dos excessos e dos produtos "indesejados".
  3. Movimento: em meio interno (dinâmica celular), acompanhada ou não de locomoção no ambiente.
  4. Reprodução: capacidade de gerar entidades semelhantes a si própria.
  5. Resposta a estímulos: capacidade de "sentir" e avaliar as propriedades do ambiente e de agir seletivamente em resposta às possíveis mudanças em tais condições.
  6. Evolução: capacidade das sucessivas gerações transformarem-se gradualmente e de adaptarem-se ao meio.
Já se passaram mais de 3,5 bilhões de anos desde que as primeiras células simples surgiram animadas pelos espíritos primitivos e foram precisos outros bilhões de anos para que algumas delas evoluíssem e se unissem simbioticamente em organismos multicelulares primitivos. Por meios de mutações e junções espirituais e biológicas acabaram gerando seres aptos a ser recordar e questionar o significado das coisas. Cada passo teve o seu tempo necessário gerando aos seres pensantes como os seres humanos.
Como o tempo e infinito os acontecimentos aparentemente aleatórios e caóticos de uma  evolução confusa que só o tempo mostrará a interligação dos acontecimentos. Nos só vamos entender isso, um pouco, quando da passagem da vida corpórea para o plano espiritual que também e transitória. Sentiremos a conexão total com o universo com as forças que a rege e perceberemos o quanto nos falta evoluir e  sentiremos sensações nunca sentida por nós no plano material. Perceberemos o quanto somos limitados pelo nosso corpo e principalmente pelo nosso cérebro. A nosso percepção se ampliará num sentimento nunca sentido e percebido por nos. É o nirvana do Buda  – o amor – podemos falar e compreender todas as línguas, tocar todos os instrumentos compreender todas as equações matemáticas  e notar cada um dos acontecimentos vividos por nos em todas as nossas reencarnações  e compreender as nossas lamurias e infortúnios e vivenciar uma alegria um amor jamais sentido. Uma coisa extraordinária – por isso que a morte é libertadora.
Nas passagens nos planos imateriais ou espirituais o tempo para, isso é, não existe o espaço tempo e perceberemos quanto evoluímos e quanto ainda precisamos  evoluir e nos aglutinaremos por atrações magnéticas com outros espíritos no mesmo grau de evolução e com alguns espíritos mais evoluídos e vamos nos preparar para mais uma etapa de encarnações e sempre evoluído junto com o universo.
O ser humano e os outros seres da terra ainda precisaram de ainda bilhões de anos para podemos alcançarmos certos patamares para os próximos estágios evolutivos – precisamos ultrapassar as nossas idiossincrasias superar os nossos ódios coletivos e caminhar para o nosso aperfeiçoamento humanístico vamos colonizar outros planetas num processo que podemos chegar ou não vai depender  de nosso livre arbítrio nesse caminhar para passar para próximas fases e para tanto cabe a cada um de nós individualmente empenharmos nisso.  
Roberto Arouck       

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