Tempo





És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho


Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo


Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho


Ouve bem o que te digo


Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso


Quando o tempo for propício


De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido


E eu espalhe benefícios


O que usaremos pra isso
Fica guardado em sigilo


Apenas contigo e comigo


E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo


Não serei nem terás sido


Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos


Num outro nível de vínculo


Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios


Tempo, tempo, tempo, tempo...


Adaptação do poema de Caetano Veloso 


 

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