A Política Paraense

As vésperas das eleições do segundo turno e passando as minhas férias na aprazível cidade de Belém do Pará, a minha querida terra natal, vejo com certa tristeza que o quadro político partidário continua o mesmo. Aliás, não é privilegio do nosso Estado. No âmbito federal as mazelas são as mesmas. Há décadas as disputas se realizam através de grupos que se revezam no poder com o objetivo único de tomar de assalto o estado e rifar com seus afilhados o aparelho estatal. A turma do Barata (Magalhães Barata) na década de 20, do século passado, foi o primeiro a formar a sua turma. Daí em diante teve varias outras turmas: Jarbas Passarinho X Alacide Nunes, Jader Barbalho X Helio Gueiros, Helio Gueiros X Almir Gabriel, não necessaria mente nesta ordem, e agora estamos vivendo a formação da nova turma a turma da Ana Julia do (PT). Essas disputas não têm nada de partidário e ideológico, pois os seus opositores se alternam ou se une conforme os seus interesses e pretensões para a abocanhar o poder.
Sem escrúpulo nenhum ora estão cuspido na cara do outro, ora estão se abraçando no palanque do descaramento. Pior que a promiscuidade se da em todos os ambitos das instituições: legislativo, judiciário entre muitos outras. E assim vamos vivendo o nosso atraso com o nosso povo sofrido a passar o pão que o diabo amassou. O que nos resta a fazer? Temos que tomar a devida consciência que política não é futebol e levar a sério o nosso voto, fortalecer as viciadas intituições judiciárias para as providências legais.
Temos que nos indignar com essas falsas elites que só querem se dar bem à custa do dinheiro público. Dar um basta a esse processo perverso que nos leva ao fracasso e a desesperança nos homens de bem de nossa terra. Temos de rejeitar as migalhas que nos sobram da mesa farta dos perdulários insolentes do poder corrupto.
Temos que ser os verdadeiros Cabanos e enterrar a elite injuriosa.
– Vamos reviver Eduardo Angelim e acabar com isso.
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