A violência cresce no Pará com a ausência de um diagnóstico solido do Estado para mitigar o problema



Segundo o “Atlas da Violência” compilado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo IPEA, a proporção de mortes por 100 mil habitantes ultrapassou a marca de 30 pela primeira vez. A catástrofe social do paraense se evidencia pela quantidade crescentes de mortes entre os jovens pobres da periferia que se alastra rapidamente para as áreas mais nobres de Belém.

Os números deveriam chocar a todos a começar pelos nosso políticos e classe dominante (que aliás, estão se mudando para outras paragens mais civilizadas). O que se precisa é construir um amplo debate político social eleitoral para diminuir tal carnificina – buscando soluções para reverter esse quadro violência.  Nas universidades paraenses onde existem bons e  vários estudos que avaliam esse contexto e apontam as soluções no sentido acabar com grupo de extermínio que  agem como milícias, hora para vingar a morte de policiais,   e milícias do tráfico que disputam entre sim o controle de venda de drogas  - milicianos desta categoria costumam assassinar os comparsas de outras facções assim que se encontram. No meio disso encontra-se as famílias pobres das periferias e toda sociedade paraense que ficam à mercê   de toda essa bandidagem.

Nas últimas décadas, Belém passou a ter um contexto central e estratégico para o tráfico nacional e internacional de drogas, porque a cocaína produzida a partir dos povos andinos, está sendo escoada pela chamada “Rota dos Solimões”, que atravessa a Amazônia até chegar à capital paraense e ser distribuída para o Sul e Sudeste do país, além de África, Europa e EUA.

Os paraenses precisam encarar esse problema com muita seriedade para possamos sair desse ciclo de violência e subdesenvolvimento econômico social.

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