PERDOAR

PERDOAR

Ontem lançamos a discórdia e o desengano no coração de quem se confiava a nós e hoje esse alguém bate às portas de nossa alma e nos partilha a vida, para retemperar suas forças e aclarar seus caminhos, sob nossa tutela.
Ninguém sofre dificuldades que não plantou ao longo dos carreiros escolhidos.
Se o perdão é lei básica da paz e do progresso e medida que devemos estender a qualquer criatura, o que dizer sobre o imperativo de escusar aqueles que reagem negativamente, contra nossos próprios atos impensados?
Perdoar, sim é dever do cristão, mas desculpar os que nos comungam o teto e a vida é dupla necessidade, por se constituir o perdão, nesse passo, um requisito de nossa própria paz.

Perdoar é o ato mais sublime de amor que temos para com o próximo. O perdão é à base da salvação e o imperativo maior que Cristo nos legou. Perdoar é elevar a alma e avançar nos caminhos da espiritualidade. Sem o perdão não haverá esperança, sem o perdão a vida é um caminho sem saída obstruída pelo ódio. Desta forma o perdão se faz necessário para que possamos ajudar a luta da humanidade contra as trevas das desesperanças das desventuras de nossas almas. Portanto meu caro filho Orlando comêssemos a praticar o perdão. Vá visitar a sua avó e suas tias de coração elevado no amor, sabedor das bênçãos divinas e que neste mundo tudo é passageiro e só o amor constrói.

São Paulo, 26 de setembro

Roberto Arouck

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